A mentira

Já fez seu belo quadro social de um minuto e outros tantos segundos pra mostrar na rede social e com outros compartilhar. Assim desta forma, mentir pois é mais fácil de sorrir como você é uma pessoa boa. Quanta falta de vontade ao pegar coisas prontas e achar que tudo é um faz de conta ao conectar e compartilhar. Fazer é muito mais difícil. Criar é muito mais difícil. Ser real é muito mais difícil. Assim desta forma, assim deste jeito de ser você acha que faz um grande esforço ao apenas sintetizar um pequeno click.
Fazer em uma tela a obra social, falar uma obra social, compartilhar uma obra social é bem mais fácil muito mais fácil do que praticar. Assim mesmo assim falam e continuam a falar achando que desta forma irá ser e resolver, mas no fundo de sua alma pequena alma hipócrita e pobre percebe que nada é ao ver como quão pequena é e medíocre se torna ao viver um pequeno mundinho que todos acham ser o normal, ser a moda.
Nada cria apenas copia. Pega idéias soltas de outros tantos como um rebanho e reproduz crendo que isso seja o grande evento. Triste é ver neste pequeno tormento que ao ostentar juventude ridicularizando a velhice esquece que também o tempo lhe perseguirá. Como diz fétido assim fétido será. Como diz ultrapassado assim ultrapassado o será. No entanto, tal talento de criação, tal vontade de viver pelas pequenas coisas não terá. És dominado pela preguiça. Quer assim como tudo envolto em uma embalagem de plástico bonita e descartável. Nem sequer almeja tentar criar apenas, compartilhar.

Documentário The Boys Dança do Afeganistão do jornalista afegão Najibullah Quraishi

Conhecido como “bacha BaZi” (tradução literal: “play boy”), esta prática ilegal explora crianças órfãs de rua e meninos pobres, algumas com apenas 11, cujos pais são pagos para dar sobre seus filhos aos seus novos “mestres”.

Os homens vestem os rapazes em roupas femininas e treiná-los para cantar e dançar para o entretenimento de si mesmos e seus amigos.

 

 

 

 

Em The Boys Dança do Afeganistão, jornalista afegão Najibullah Quraishi ( Atrás das Linhas Taliban ) retorna à sua terra natal para expor uma prática antiga que foi trazido de volta por poderosos senhores da guerra, o ex-comandantes militares e empresários ricos

De acordo com especialistas, os meninos dançando são usadas sexualmente por esses homens poderosos.

Em conversas detalhadas com vários bacha BaZi mestres no norte do Afeganistão e com os meninos dançando eles próprios, o repórter Quraishi revela uma cultura onde ricos homens afegãos abertamente explorar alguns dos mais pobres, os membros mais vulneráveis ​​de sua sociedade
“O que era tão irritante sobre os homens que conheci não era apenas a sua falta de preocupação com os danos a sua queixa foi feito para os meninos”, diz Quraishi
Sob o pretexto de fazer um documentário sobre práticas similares na Europa, Quraishi ganhou a confiança de Dastager, um ex-comandante mujahideen e rico empresário cujo negócio interesses incluem a importação de automóveis provenientes do Extremo Oriente.Com Dastager como seu guia, Quraishi leva os espectadores para dentro do mundo de bacha BaZi, onde os homens proeminentes competem para possuir e usar os meninos.
“Eu tinha um menino, porque cada comandante tinha um parceiro”, diz Mestary, um ex-comandante sénior que está bem conectado com os principais senhores da guerra afegãos.
“Entre os comandantes não há concorrência, e se eu não tiver um, então eu não poderia competir com eles.”Eu vou a todas as províncias para ter alegria e prazer com os meninos”, diz um homem afegão conhecido como “O Alemão”, que atua como um cafetão BaZi bacha, fornecendo meninos para os homens. “Alguns meninos não são bons para dançar, e eles serão usados ​​para outros fins. … Quero dizer para a sodomia e outras atividades sexuais.”

“É uma prática repugnante. … É uma forma de escravidão, tendo uma criança, mantendo-o. É uma forma de escravidão sexual”, diz Radhika Coomaraswamy . “A única maneira de parar o bacha BaZi é se você julgar as pessoas que cometem o crime, e é isso que nós precisamos, porque as leis estão lá nos livros contra esta prática.”

No documentário, Quraishi entrevista policiais locais, que insistem que os homens que participam de bacha BaZi serão presos e punidos, independentemente da sua riqueza ou conexões poderosas. Mais tarde naquele dia, no entanto, câmeras Quraishi  pega dois oficiais do departamento de polícia que participam de um partido ilegal bacha BaZi. “Eles falam contra a prática, mas são os próprios abusadores. … Eu pessoalmente não posso mencionar nomes, porque estou com medo.”

 

 

 

 

C++ Language Tutorial

These tutorials explain the C++ language from its basics up to the newest features of ANSI-C++, including basic concepts such as arrays or classes and advanced concepts such as polymorphism or templates. The tutorial is oriented in a practical way, with working example programs in all sections to start practicing each lesson right away.

http://www.cplusplus.com/doc/tutorial/

 

 

Waak informante ou não?

Publicado no Observatório da Imprensa

CASO WILLIAM WAACK

De interlocutor a “informante”

Por Marina Amaral e Natalia Viana em 10/11/2011 na edição 667

Fomos surpreendidas pela polêmica gerada por uma “notícia” publicada em um blog e reproduzida em grandes portais da internet de que o jornalista William Waack, da TV Globo, seria “informante” da embaixada americana – revelação que estaria dentre os documentos diplomáticos obtidos no ano passado pelo WikiLeaks. A notícia se espalhou pela internet, com grande repercussão nas redes sociais e no twitter. Chegou até mesmo ao site americano HuffingtonPost.

Alguns veículos reportaram ainda que Natalia Viana, uma das diretoras da Pública, como “representante do WikiLeaks no Brasil” teria confirmado tal informação. Dois equívocos: a jornalista Natalia Viana, não é, nem nunca foi, representante do WikiLeaks no Brasil. E não concordamos de modo algum que os documentos do WikiLeaks qualifiquem Waack como “informante” dos americanos.

Esclarecendo o primeiro ponto: em um trabalho voluntário para o WikiLeaks – organização que desafiou o jornalismo com sua exigência radical de transparência –, Natalia Viana foi responsável pela publicação e distribuição dos documentos diplomáticos referentes ao país, cujo conteúdo foi parcialmente relatado pelos jornais O Globo e Folha de S. Paulo,de novembro de 2010 a fevereiro deste ano.

Ao fundar a Pública, o primeiro centro de jornalismo investigativo do país, em abril deste ano, fechamos uma parceria com o WikiLeaks para trabalhar jornalisticamente com documentos obtidos pela organização de Julian Assange. Entre junho e agosto publicamos mais de 50 reportagens com base em documentos não publicados pela imprensa.

Cultivar fontes

Em meio a documentos utilizados como base para uma reportagem que tratava da relação entre a mídia brasileira e a missão diplomática americana, havia, de fato, três documentos que citavam William Waack como interlocutor de representantes dos EUA em três ocasiões: duas vezes com o cônsul americano em São Paulo, e uma vez com o embaixador Thomas Shannon.

Em setembro de 2009, em um encontro com o cônsul na presença de Sérgio Fausto, à época diretor do Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC), Waack transmitiu uma versão, que circulava à época, de que os então governadores de São Paulo, José Serra, e de Minas Gerais, Aécio Neves, teriam acertado uma “chapa puro-sangue” do PSDB para disputar a presidência com Dilma Rousseff. O que, como sabemos hoje, jamais se concretizou.

Ao embaixador Thomas Shannon, em fevereiro de 2010, Waack teria dito que, em um fórum com empresários, Aécio Neves teria se mostrado “o mais carismático”, Ciro Gomes “o mais forte”, Serra “claramente competente” e Dilma “a menos coerente”. Waack é classificado pelo embaixador como “crítico ferrenho” do governo Lula.

Em nenhuma passagem dos documentos se pede que a fonte (Waack) seja protegida – sinalizada pela observação de “please protect” (favor proteger) – que, nos documentos diplomáticos dos EUA, indicam fontes que passam informações relevantes, de bastidores ou internas. Há uma passagem dúbia em que se pode pensar que Waack é chamado de “insider”, mas nada na conversa aponta para o fato de ele ser mais do que um jornalista com algumas especulações sobre o futuro da disputa eleitoral.

O simples fato de um político, jornalista ou empresário ir até à embaixada ou ao consulado americano não significa que ele seja considerado um informante pelos diplomatas dos EUA. Como sabem diplomatas e jornalistas, representantes estrangeiros se reúnem o tempo todo com pessoas do país para se informar, sentir o que pensam determinados setores, para afinar sua visão sobre a política ou a economia do país; é esse o seu trabalho. Do mesmo modo, não se pode criticar políticos ou jornalistas por se aproximarem dos diplomatas, também com o objetivo de buscar informações ou cultivar fontes que possam trazer novidades sobre as relações bilaterais.

Convicções políticas

Waack foi apenas um dos jornalistas que conversaram com diplomatas americanos. Outros nomes – como Fernando Rodrigues, presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) ou Leonardo Sakamoto, jornalista que cobre e luta contra o trabalho escravo no país (e que é conselheiro da Pública) – também são citados nos documentos do WikiLeaks em conversas com diplomatas americanos.

Nada mais normal. Culpar um jornalista por ter conversado com um embaixador é como punir um mecânico por estar com as mãos sujas de graxa.

O fato de alguém ir ou não à embaixada só é notícia se o conteúdo da conversa é importante – uma informação de bastidor sobre o governo, por exemplo – ou se a própria visita à embaixada for algo que o público em geral jamais imaginaria.

É o caso, por exemplo, do ex-ministro da Defesa Nelson Jobim, que segundo os documentos compartilhava abertamente com os americanos a antipatia em relação ao “antiamericanismo” do Itamaraty; não hesitou em contar que Evo Morales teria tido um tumor no nariz; e passou informações sobre a compra dos caças, de interesse comercial dos EUA, e sobre parcerias militares com outros países no combate ao narcotráfico.

Do mesmo modo, o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu criticou Lula e o PT em um encontro com o ex-assessor do Departamento de Estado americano Bill Perry, isentando-se de responsabilidade pelo esquema que ficou conhecido como mensalão; e o ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh, do PT, notório crítico da atuação americana e advogado de diversos integrantes do MST, contou bastidores do PT e do MST ao cônsul americano em São Paulo.

Já Wiliam Waack apenas transmitiu suas opiniões – a favor do PSDB e contra o PT – e arriscou palpites políticos em suas conversas com os diplomatas americanos. Talvez a preferência do jornalista da Globo pelo partido tucano seja algo não muito claro para o público que o assiste todo dia na televisão. Aqui, a polêmica é outra, e bem mais interessante: será que os jornalistas deveriam ser mais claros sobre as suas convicções políticas quando debatem o assunto diante do público? Infelizmente, todo o alvoroço que se fez sobre o caso jamais tocou nesse assunto.

Aos fatos

Neste caso, como tem acontecido com uma velocidade impressionante, uma “notícia” mal apurada foi reproduzida por diversos veículos, na pressa de produzir mais, e não melhor.

Não há nada de novo no ar. Todos os documentos diplomáticos do WikiLeaks referentes ao Brasil estão disponíveis ao público desde julho deste ano. Dica da Pública: basta acessar o site www.cablesearchnet.orge buscar por palavra-chave para formar sua própria opinião sobre assunto.

Para nós, jornalistas, passado o vendaval de notícias, não seria má ideia se debruçar sobre esses ricos documentos que ainda escondem muitas histórias de interesse público e servem como ponto de partida para investigações relevantes. Ou será que já esquecemos as revelações sobre a prisão de suspeitos de terrorismo sob acusação de narcotráfico para “não levantar suspeitas”? Ou que 30 oficiais da DEA americana foram transferidos para o Brasil depois de expulsos da Bolívia por espionagem?

É hora, como dizemos na agência Pública, de deixar a polêmica vazia de lado e buscar os fatos.

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No G1 a seguinte informação

WikiLeaks não aponta Waack como informante dos EUA, dizem jornalistas

Em um artigo publicado nesta quinta-feira (10) no site Observatório da Imprensa, as jornalistas Marina Amaral e Natalia Viana negaram a existência de qualquer documento divulgado pelo WikiLeaks que indicasse que o âncora da TV Globo William Waack tenha atuado como “informante” da embaixada dos Estados Unidos. A informação equivocada mencionando o site americano que vaza documentos secretos foi divulgada ao longo dos últimos meses por blogs e publicada sem a devida checagem por portais de jornalismo na internet.

Segundo Amaral e Viana, que são coordenadoras da agência Pública de jornalismo investigativo, Waack realmente foi citado três vezes por documentos diplomáticos divulgados pelo WikiLeaks, mas apenas como interlocutor, nunca como “informante”. Nada nos documentos aponta, elas dizem, para o fato de ele ser “mais do que um jornalista com algumas especulações sobre o futuro da disputa eleitoral” do Brasil em 2010.

“O simples fato de um político, jornalista ou empresário ir até à embaixada ou ao consulado americano não significa que ele seja considerado um informante pelos diplomatas dos EUA. Como sabem diplomatas e jornalistas, representantes estrangeiros se reúnem o tempo todo com pessoas do país para se informar, sentir o que pensam determinados setores, para afinar sua visão sobre a política ou a economia do país; é esse o seu trabalho”, dizem Amaral e Viana.

Elas dizem ainda que as menções a Waack nos documentos não pedem que seu nome seja protegido, o que indicaria não se tratar de uma fonte que passa “informações relevantes, de bastidores ou internas”, diz o artigo das jornalistas.

Waack, elas dizem, não foi o único jornalista a conversar com diplomatas americanos. “Outros nomes – como Fernando Rodrigues, presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) ou Leonardo Sakamoto, jornalista que cobre e luta contra o trabalho escravo no país (e que é conselheiro da Pública) – também são citados nos documentos do WikiLeaks em conversas com diplomatas americanos”, diz o texto. “Nada mais normal. Culpar um jornalista por ter conversado com um embaixador é como punir um mecânico por estar com as mãos sujas de graxa.”

Erros na divulgação
As jornalistas negam que Viana sequer tenha sido ouvida por qualquer veículo ou blog que tenha reproduzido a falsa notícia citando seu nome. Elas dizem que Viana é citada como “representante do WikiLeaks no Brasil”, o que também está errado. Viana foi apenas voluntária no trabalho de publicação e distribuição dos documentos diplomáticos referentes ao país.

Segundo elas, a notícia errada ganhou maior divulgação ao ser “mal apurada” e reproduzida por diversos veículos. “Não há nada de novo no ar. Todos os documentos diplomáticos do WikiLeaks referentes ao Brasil estão disponíveis ao público”, dizem.

Processo
O jornalista William Waack iniciou processo contra os que o acusaram de ser espião.

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Possível resposta de Waack:

em: http://blogdodanieldantas.blogspot.com/2011/11/william-waack-notifica-blog-que-o.html
O jornalista William Waack notificou, extra-judicialmente, o blog Brasil que Vai.  Ontem, ele deu 48 horas de prazo para que o blogueiro comprove as denúncias que fez a partir de documentos do WikiLeaks:

Em 9 de novembro de 2011 19:21, Mariana Carvalho – OG<mariana.carvalho@globo.com.br> escreveu:
Rio de Janeiro, 09 de novembro de 2011.
Prezado Sr.,
Tomei conhecimento de matéria jornalística publicada por V. Sa. no blog “Brasil que Vai”, no dia 25 de outubro de 2011, às 01:37hs, dando conta de que eu seria informante regular do Governo Americano (URL: http://brasilquevai.blogspot.com/2011/10/o-encerramento-ainda-que-provisorio-das.html?spref=tw).
A publicação desta matéria causou-me perplexidade, tendo em vista que seu conteúdo não possui informações verdadeiras a meu respeito.
Nesse sentindo, serve a presente para Notificar V. Sa. a fim de que seja comprovada a veracidade das acusações contidas na matéria, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, sob pena da tomada das medidas legais cabíveis.
Sendo o que cabia para o momento, subscrevo-me.
Atenciosamente,
WILLIAM WAACK
****************************************************************
Este e-mail e seus anexos são para uso exclusivo do destinatário e podem conter informações confidenciais e/ou legalmente privilegiadas. Não podem ser parcial ou totalmente reproduzidos sem o consentimento do autor. Qualquer divulgação ou uso não autorizado deste e-mail ou seus anexos é proibida. Se você receber esse e-mail por engano, por favor, notifique o remetente e apague-o imediatamente.

 Eric Ehrmann escreveu em: http://www.huffingtonpost.com/eric-ehrmann/brazil-springs-a-wikileak_b_1069168.html

com o título :

Brazil Springs A WikiLeak… Assange Tags Newsman As Media Mole

With a London court ruling that media activist Julian Assange must now return to Sweden to face charges of sex crimes, the WikiLeaks founder has made his last dance a Samba, outing Brazil’s most trusted newscaster as what some local media are caling an informant, even suggesting the journalist in question was an agent of the CIA, in place to promote US policy and business deals.

According to a confidential state department cable published by Jornal do Brasil and other online media, the person of interest is William “Bill” Waack. The 59-year-old Waack moderated a crucial presidential debate in last year’s election and has been an anchor with Globo TV.

Waack did a high profile interview with secretary of state Hillary Clinton that set the stage for president Barack Obama’s 36-hour visit to Brazil and later helped facilitate the objectives of U.S. businesses and policymakers during the tour in March. The state department cable reveals that Waack told U.S. officials that Dilma is not the most qualified candidate and that she seems “incoherent,” statements consistent with his subsequent efforts to characterize her as an unflattering candidate during the presidential campaign.

A heralded foreign correspondent for Globo in European capitals and war zones who came home to anchor the nation’s top nightly news show, the image of Waack as the Walter Cronkite of Brazil does seem to match up with the job description of propaganda asset developed by the CIA’s legendary global media strategist Cord Meyer that remains a staple of U.S. intelligence tradecraft, and that of some allies and competitors in Latin America and other seemingly soft power arenas.

Meyer joined the CIA after rooting out communists at the United World Federalist movement, an early globalist organization. His media playbook in Latin America was inherited by Tom Enders, who, like Meyer was a member of Yale’s Scroll and Key secret society and served as assistant secretary of state for Inter-American affairs during the Reagan era, when Waack first showed up the diplomatic cocktail party circuit that includes journalists.

Over the past few years according to the Jornal do Brasil and other online sources Waack met on several occasions to share information with and receive guidance from the U.S. ambassador to Brazil, and Israeli government officials. Waack’s pro-American views have been amped up in The American Interest, where he has chastised Brazil for its growing trade relationship with China.

Since it is common for diplomatic and secret services of G-20 nations to maintain relationships with media assets in which information and money often change hands — and have those contacts go unnoticed — outing Waack could be a swan song for Assange.

The WikiLeaks founder has been struggling to organize financial support for his project, the economic spirit of which in, his WikiPedia bio, he says is driven by American-style libertarianism. Supporters of his project on the left have always played down the contradiction between his libertarian views and their liberal politics which advocates an open internet. The BBC and other media indicate that WikiLeaks has stopped publishing classified information.

To roll back the drama of the urban myth that causes people to think all things WikiLeaks are secret, of the roughly 245,000 documents involved in Cablegate that form the brunt of the project 53% are unclassified, 40% classified as confidential in many instances just to protect US interest in the subject matter, and only 7% carry a secret classification.

The popular Swedish NGO known as the Pirate Party had been hosting WikiLeaks on their servers, but dropped Assange and publicly distanced themselves from him when it became evident that his legal problems were turning off their membership, jeopardizing efforts by umbrella organization Pirate Parties International to make the NGO a player in the retail politics of Brazil, which it views as a target of opportunity.

Ironically, Brazil’s former president Lula, a frequent target of WikiLeaks critiques, offered support for Assange after he was arrested last December by British authorities. Retired Marine captain Daniel Ellsberg of “Pentagon Papers” fame also expressed solidarity with the WikiLeaks founder suggesting that Assange is a victim of the same repression he felt back in when he offended the likes of Richard Nixon and Henry Kissinger back in 1971.

But going back 40 years to Watergate also means going back to the legacy of Cord Meyer and James Angleton and domestic CIA spying, and the COINTELPRO FBI program that eroded citizen privacy. Today, however, Ellsberg is trumped by the political reality that none of the Watergate crimes that secretary of state Hillary Clinton helped prosecute when she worked with Sam Dash and Fred Thomson on the Senate Watergate committee would be considered criminal today under the Patriot Act.

In spite of efforts to sully Dilma’s image in the media she is riding a 70 percent approval rating. She has also upped her game from soft power to political hardball suspending payments to NGOs of all stripes, who have received 13 billion reals (7.6 billion dollars) in government handouts over the last three years. The move amounts to the beginning of an NGO census that will review and reset relationships with the organizations, many of which have globalist agendas, like the nascent Pirate Party of Brazil, and view themselves outside the scope of Brazil’s rule of law.

Because Waack is a media icon in Brazil his reputation is unlikely to be damaged by a WikiLeak. But the outing is a reminder to press freedom and open internet advocates of how U.S. public diplomacy folded into local media culture can construct political reality in emerging democracies that can change the outcome in the ballot box.

With humor and circumspection the WikiLeaks drama has taken on the dimensions of a Mad Men– script featuring throwback chacracters not unlike the Cold War media elites and swinging parties in London that sparked the Profumo Affair and Moscow’s literary circles where KGB media asset Victor Louis fed Kremlin propaganda to Fleet Street and American journals to offset what Cord Meyer and his minions were putting out, as Craig Whitney’s assessment of the Assange-like Louis in the New York Times reveals.

Now the great game has moved to Rio and the beat of the samba. With mid-term elections on the horizon and the influence of former president Lula sidetracked by treatment to palliate his larengyal cancer, Brazil’s latest political carnival could find William Waack at the front of the parade.

Correction: This post originally connected William “Bill” Waack with SBT network and Silvio Santos and has since been corrected.

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 Procurei buscar os documentos no Wikileaks e até então nada encontrei não terminando por aqui a busca.

Investigative journalism on radio: not yet extinct

Sunday, 06 November 2011 19:06 In the latest instalment of her “Backstory” series, Gill Moodie writes exclusively for journalism.co.za:

The oft-heard lament of news editors – especially in radio where newsrooms tend to be small and the demands of hourly news bulletins are a killer – go like this: “I can’t release reporters from the daily news diary to do investigations because I just don’t have enough people”.

But underlying this cry is the idea that the daily churn is more important than longer-form journalism – when, in fact, it’s the investigative work that gives you unique content and distinguishes you in the marketplace in these times of commoditised news. In South Africa, Eyewitness News is showing that what it takes is a shift in mindset, to placing equal value on covering the events of the day and setting the agenda with own investigations.

From the Brett Kebble murder to dodgy SABC Mercs, Eyewitness News consistently produces exclusive stories and stands head and shoulders above other radio news teams in the country.

“It’s very important to take people off diary and say: ‘This week you get to work on that story’, says the highly respected Katy Katopodis, group editor-in-chief of Eyewitness News that serves the Primedia stations, Talk Radio 702 and 94.7 Highveld Stereo in Johannesburg plus 567 Cape Talk and 94.5 KFM in Cape Town. Katopodis’s team of just under 20 news journalists, including seven seniors, also produces news for its own website.

“Sometimes you need to negotiate with the reporters and say: ‘I’ll let you do your investigative work next week if, today, I can have you work on something else,” Katopodis says. “It’s extremely important to have the investigative mentality going on in the newsroom, which is something we didn’t have for a long time… But slowly, we’ve really been bringing it back in. So we’ll sit down and say: ‘What’s our big Monday story going to be?’ on the Monday before. Then we say: ‘Great. Now what have we got for Tuesday and Wednesday and the rest of the week’.”

Katopodis says that ongoing training for staff – including senior people – is key, as is emphasising the need for staff to work smart and to prioritise correctly. This is something all the senior staff have mastered, she says, but with which the juniors do struggle.

Prof Franz Krüger, the director of the Wits Radio Academy at the University of the Witwatersrand in Johannesburg, says that by in large most commercial and community radio stations in SA have few staff and are, therefore, “focused on churning out hourly bulletins (often in several languages) as cheaply as possible: it’s a sausage machine and all that can be done is turn wire copy into bulletin reports, if you’re lucky with a bit of audio.

“The SABC is the organisation that has the resources and people that could be used for this kind of work but the never-ending management, financial and political crisis there militates against real initiative.  The SABC is dominated by protocol news at the moment: the minister says this and that.  Also investigative work generally needs longer-form formats: you can’t  easily squeeze a complex story into 40 seconds.  The SABC has those kind of programmes but commercial radio does not.  Community radio tries but with limited success. There, resource issues come into play.  702 gets around it by using a combination of short bulletin reports, backed up by more in-depth interviews between reporter and anchor in various shows.”

Katopodis says she would love to be able to produce longer BBC-style four- or five-minute reports but the stations her team serve prefer the interview-between-reporter-and-anchor format, which provides the listener with a unique insight into the story, with reports included.

Eyewitness News reporter Mandy Wiener, who did excellent investigative work on the Brett Kebble murder (and then later turned this into a very successful book) says she believes that investigations often suits the radio format better than print because the audio translate so well.

“And I think our listenership appreciates it as well,” says Wiener. “You can see when we do an investigative story or an own story that’s exclusive, it really resonates. We get a much better response to it and I think that’s where the magic lies with EyeWitness News… that we take the initiative and… look at what’s really happening in our city.”

Krüger suggests that radio news teams who want to do more investigative work start with building longer-format programming, possibly de-emphasising the hourly bulletins and then devoting available resources to making those news shows work.  “Then one needs to develop and honour those with an interest and ability to do this kind of work. But this is only really going to happen if station managers see the value – to audiences – of this kind of work. It is hard and costly.”

Alex Eliseev, who joined Eyewitness News about two years ago from newspapers, says he thinks making time for investigative work is the most important part of the working week. “I think this is really Journalism 1.01. You have to do it. You can’t just sit at your desk and rewrite press releases. You have to get out there and be with your contacts… I have built up a lot of relationships with station-level policemen, for example, and a lot of the big stories I’ve done come from contacts such as these.”

Both Eliseev and Wiener say that although it really tests one’s time-management skills to balance the covering of breaking news with the investigative work, they really appreciate being given time off diary to follow up leads and look deeper into stories.

“Eyewitness News has got a lot of energy. There’s none of this sitting around and waiting for things to happen,” says Eliseev, adding that its reputation for doing serious investigative work is important to him.

“We’re moving ahead. It’s a lovely brand. It’s got a really nice credibility to it and, for me, as a journalist, I value the credibility of the organisation I work for. You want to be able to – as they say – go into a pub and fight for your reputation. You want to believe in the product.”

fonte:http://www.journalism.co.za/investigative-journalism-on-radio-not-yet-extinct.html

Fotos 3d

*Tour Eiffel
*Montgolfière
*Un incendie majeur
*Notre Dame de Bon secours à Montreal
*Chapelle de la Maison Mère-Mallet,
Québec
*Cathédrale Saint-François- Xavier, Chicoutimiis
*Une centrale du Michigan *concert d’Oliver Jones, Juin 2009
*Hôtel de Glace, Sainte-Catherine- de-la-Jacques- Cartier, Québec
*Palais des Congrès à Montreal
*Feux sur glace, Quais du Vieux-Port de Montréal *Carnaval de Québec
*Hotel Ruby Foo’s – Montreal