medo

Medo de aranha, medo de avião, medo da morte e solidão, tantos são. Hoje não saí de forma alguma de meu reduto, fiquei assistindo televisão, interessante, pois de onde jamais esperava colhi algo bom, do programa da Ana M. Braga. Falou de medos, e propos o trabalho de tal atravez da neorolinguistica. Achei aquilo muito interessante e atrativo, fui a busca de pesquisas, agora ja não estava em total repouso. O que achei na net…

Neurolingüística é a ciência que estuda a elaboração cerebral da linguagem. Ocupa-se com o estudo dos mecanismos do cérebro humano que suportam a compreensão, produção e conhecimento abstracto da língua, seja ela falada, escrita, ou assinalada. Trata tanto da elaboração da linguagem normal, como dos distúrbios clínicos que geram suas alterações.

Origem

Foi originada em meados do século XIX pelo francês Paul Broca e com o alemão Karl Wernicke. O que eles fizeram foi estudar e caracterizar a afasia (nomeinseto dado a um distúrbio de linguagem provocado por uma lesão cerebral oriunda ora por traumatismo, ora por acidentes vasculares cerebrais) de pessoas que tinham sofrido alguma lesão no cérebro, e então, depois da morte dos pacientes, a fazer exames post-mortem para determinar que áreas do cérebro haviam sido danificadas.Estudo do processamento normal e patológico da linguagem a partir de construtos e modelos elaborados no campo da Lingüística, da Neuropsicologia, da Psicolingüística, da Psicologia Cognitiva. A este item vincula-se ainda o interesse por temas neurolingüísticos tradicionais como neuro-psicofisiologia da linguagem, semiologia das chamadas patologias da língua.

Visão geral

Interdisciplinar por natureza, este campo caminha na fronteira da Linguística, Neurobiologia e Engenharia informática, entre outros. Investigadores de várias especialidades sentem-se atraídos a ele, trazendo consigo técnicas experimentais diversificadas tal como perspectivas teoréticas altamente diferentes.

O termo neurolinguística tem, historicamente, sido associado com afasiologia, o estudo de déficits lingüísticos e sobre-capacidades, resultantes de formas específicas de danos cerebrais. Mas esse é um ram

o diferente.

Embora a afasiologia seja o núcleo histórico da neurolingüística, o ramo cresceu consideravelmente nos anos recentes, com o uso das novas tecnologias. A língua é um tópico de interesse fundamental em neurociência cognitiva e técnicas modernas de obter imagens do cérebro contribuíram grandemente para um crescente conhecimento da organização anatómica das funções linguísticas. Tais técnicas incluem PET (em português, tomografia de emissão positrônica) e fMRI (mapeamento funcional por ressonância magnética), as quais permitem a obtenção de imagens de alta resolução do uso de energia pelas várias regiões do cérebro durante actividades de processamento linguístico. Até à data, os resultados destas técnicas não contradisseram os resultados existentes vindos da afasiologia.

Infelizmente, estas técnicas não permitem imagens contínuas da actividade cerebral durante a produção ou compreensão de frases. Como uma sequência seria altamente relevante nestas questões, os pesquisadores também aplicam as técnicas electrofisiológicas grosseiras EEG (de electroencefalografia) e MEG (de magnetoencefalografia). Têm uma precisão de milisegundos, mas a natureza dos mecanismos cerebrais que geram os sinais eléctricos é desconhecida, tornando-os difícil de interpretar. Como resultado, EEG e MEG são utilizados primariamente para informar teorias da arquitectura cognitivo-computacional da língua, ignorando a sua implementação neurobiológica precisa. Por exemplo, pode-se suspeitar que de três categorias de palavras que podem acabar uma frase, na verdade, duas usam o mesmo mecanismo, mas a terceira é representada de um modo diferente. Mostrando que as duas resultam numa resposta electrofisiológica idêntica diferente da terceira confirmaria tal hipótese.

Entre técnicas novas não-intrusivas para estudar o funcionamento do cérebro, incluindo como funciona a língua, estimulação magnética transcranial também merece referência.

Muito ligado a esta pesquisa está o campo da Psicolinguística, que procura elucidar os mecanismos cognitivos da língua empregando as técnicas tradicionais da Psicologia experimental, incluindo a análise de indicadores como o tempo de reacção, número de erros e movimento dos olhos.

Outra metodologia importante em neurociência cognitiva da língua é a modelação computacional, que é capaz de apontar a plausibilidade (ou falta dela) em hipóteses específicas sobre a organização neural da língua e ao mesmo tempo gerar novas predicções para futura pesquisa empírica. Actualmente modeladores computacionais estão a colaborar crescentemente com mapeadores cerebrais e psicólogos em programas interdisciplinares coordenados de pesquisa. Tais programas resultaram em previsões novas e importantes da natureza da língua, como também sobre deficiências linguísticas importantes que afectam milhões, como a gaguez ou a dislexia.

material retirado do Wiki,,,,, mas bem composto, gostei da prática, e pretendo fazer um pequeno teste para comprovar. Pessoas como eu, se não sentem , não acreditam….. dentro em breve terei alguma novidade, ou não.

Meu maior medo , e neste ponto me confundo, esta relacionado com as possiveis quedas de meu guri. Parece simples falar, ou até idiota para quem lê , no entanto chega como catastrofe e tortura minha mente, e o que ocorre é o não relaxar ao lado dele. Sempre fico criando possiveis quedas, que podem ocasionar alguma lesão nele. O guri agora tem dois anos, quando fico ao seu lado, se pudesse cobrir seu pequeno corpo indefeso por completo o faria, tenho medo que quebre um braço, uma perna, tenho medo de ver sangue saindo dele, quero protege-lo. E pior que isso é o dilema que sinto , esta superproteção acaba por estragar ele por completo. Logo sempre fui de pesquisar, pesquiso formar de tratar, e me tratar, sempre acho o que quero, apesar de não acreditarem no que digo, eu pelo menos sou descrente de tratamentos onde o indivíduo não se posta como determinado necessitado de ajuda, ou pior ancora tudo na mão alheia, tipo, curame, agora, o nosso cérebro ainda é uma porta fechada, apesar de todo avanço, ainda é, meu destino esta em penetrar no meu, e tentar corrigir erros de digitação, pois assim o vejo , cheio de erros de digitação que necessitam de reparos e formatação. Este exercício de neurolinguistica, já havia tido contato outras passadas, mas desta vez por algum motivo acabou me chamando…..

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