delírio,,,,28 de junho

Bom,,,folga das velhas pessoas que compõe o dia a dia. Digo velhas pois a anos convivo com suas rotinas e elas comigo. A rotina acaba nos prendendo numa forma de costume, tradição e por muitas vezes o ser acaba esquecendo que simplesmente deveria ter quebrado tal. Ora, hoje sou assim amanhã não ,depois volto a ser e assim vai. Mas quebrar as rotinas é o que conta. Já sai com ódio de vc algumas vezes, por sempre fazer tudo igual, por sempre ser tão previsivel. Por sempre reagir da mesma forma, eu queria mist´rio no entanto, não lhe ofereci mistério, logo, ficou tambem esperando algo, esperando que fosse diferente. Mas se foi, sumiu de vez, nem tive a oportunidade de provar como tudo poderia ser diferente. Faltou-me a criatividade, faltou-me esta análise que agora sinto na completa solidão do isolamento de tua rotina. As velhas pessoas que deixei ontem, hoje querem ser as novas, sinto falta destas novas pessoas. A  simplicidade de sempre, os mesmos de sempre, pois numa metamorfose, perdi esta deliciosa rotina….

delírio

as pessoas são amáveis, chegam para simplesmente, utilizar uma parcela de nosso sumo, nossa consciência, nosso centro. Quando de fato precisas de alguém, o que recebes senão portas fechadas, o que recebes senão o silêncio, risadas e exclusão. Falamos tanto de verdades, mas verdades não existem, apenas mentiras, as mentiras são o que mais sobresai no homunculo foragido, o homunculo bizarro, não , de fato não quero mais chorar, esperar por salvação. O que me resta é a cada dia a frieza de um corpo que almeja apenas a própria morte, não suporto mais tal mentira, não suporto mais ver a espécie humana. São demasiado podres, são demasiado tristes, mas o que fazer, são como dizia nietzsche, humanos,,demasiado humanos,,,feren-se , maltratam, e no final de um ciclo, o que dizem,,,nada a não ser a morte, ou um sorriso falso. Humanos, infelizmente tambem não deixo de ser um,,,humano, e minto tambem pra poder sobreviver, mas se tento sobreviver, no fundo quero morrer, ou não quero morrer, vivendo uma esperança de um eterno por vir. Estranha dualidade dentro do homem que vibra , que choca quando agredido. Bem vindo ao mundo da desordem mental. bem vindo a minha esquizofrenia servida numa taça, e barras de gelo com café. Nada é melhor do que café com gelo, bem como a vida, opostos fque se chocam, e vibram .

FENAJ “O voto do STF humilha a memória de gerações de jornalistas profissionais e, irresponsavelmente, revoga uma conquista social de mais de 40 anos. “

VISITE O  SITE ,,,,SAIBA MAIS —->FENAJ(FUNDAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS)

Oito contra oitenta mil
Oito contra 180 milhões

Perplexos e indignados os jornalistas brasileiros enfrentam neste momento uma das piores situações da história da profissão no Brasil. Contrariando todas as expectativas da categoria e a opinião de grande parte da sociedade, o Supremo Tribunal Federal (STF), por maioria, acatou, nesta quarta-feira (17/6), o voto do ministro Gilmar Mendes considerando inconstitucional o inciso V do art. 4º do Decreto-Lei 972 de 1969 que fixava a exigência do diploma de curso superior para o exercício da profissão de jornalista. Outros sete ministros acompanharam o voto do relator.

DECRETO-LEI 972/69

Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Supremo decide que é inconstitucional a exigência de diploma para o exercício do jornalismo

Por maioria, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quarta-feira, que é inconstitucional a exigência do diploma de jornalismo e registro profissional no Ministério do Trabalho como condição para o exercício da profissão de jornalista.

O entendimento foi de que o Decreto-Lei 972/1969, baixado durante o regime militar, não foi recepcionado pela Constituição Federal (CF) de 1988 e que as exigências nele contidas ferem a liberdade de imprensa e contrariam o direito à livre manifestação do pensamento inscrita no artigo 13 da Convenção Americana dos Direitos Humanos, também conhecida como Pacto de San Jose da Costa Rica.

CORRETO, A LIVRE MANIFESTAÇÃO DO PENSAMENTO É OBJETO INDISPENSÁVEL PARA HUMANIDADE, COMO O LIVRE ACESSO A COMIDA, O LIVRE ACESSO A  EDUCAÇÃO , COMO TANTAS OUTRAS COISAS QUE DEVERIAM SER LIVRES, LIVRES, E PARA TODOS. O QUE ESTA DE FATO SENDO RECLAMADO NOS BANCOS DE FACULDADE, DE ALUNOS QUE DEPOSITAM QUATRO ANOS DE SUA VIDA EM SONHOS, QUATRO ANOS DE GASTOS, É A PROFISSÃO, O RECONHECIMENTO DE TUDO QUE FOI FEITO.  O GRANDE “PENSADOR” GILMAR MENDES, BACHARELADO NA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA, MAIS TARDE TENDO COMO BASE A UNIVERSIDADE DE MUNSTER, ALEMANHA, TAMBÉM ESQUENTOU SUA BUNDINHA NUM BANCO DE UNIVERSIDADE. É PROVÁVEL QUE SAIBA, QUE A LIBERDADE DE PENSAMENTO NÃO ESTA EM JOGOS NESTA QUESTÃO.

Deveria ele saber que os canais de midia alternativa estão em constante crescimento. Hoje você não precisa ser formado para escrever um blog por exemplo, ou criar um curta. A questão moquiada, falando em termos chulos, é o fato da grana mesmo. O piso salarial dos futuros jornalistas. A questão está no ponto que oculto encontra-se a respeito de concessão de  meio de comunicação.

Para Gilmar Mendes, “o jornalismo e a liberdade de expressão são atividades que estão imbricadas por sua própria natureza e não podem ser pensados e tratados de forma separada”, disse. “O jornalismo é a própria manifestação e difusão do pensamento e da informação de forma contínua, profissional e remunerada”, afirmou o relator.

em favor do diploma se manifestou o a advogada Grace Maria Mendonça, da Advocacia Geral da União (AGU). Ela questionou se alguém se entregaria na mão de um médico ou odontólogo, ou então de um piloto não formado. Segundo ela, não há nada no DL 972 que contrarie a Constituição Federal. Pelo contrário, ele estaria em plena consonância com a Carta.

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Divergência

Ao abrir divergência e votar favoravelmente à obrigatoriedade do diploma de jornalista, o ministro Marco Aurélio ressaltou que a regra está em vigor há 40 anos e que, nesse período, a sociedade se organizou para dar cumprimento à norma, com a criação de muitas faculdades de nível superior de jornalismo no país. “E agora chegamos à conclusão de que passaremos a ter jornalistas de gradações diversas. Jornalistas com diploma de curso superior e jornalistas que terão, de regra, o nível médio e quem sabe até o nível apenas fundamental”, ponderou.

O ministro Marco Aurélio questionou se a regra da obrigatoriedade pode ser “rotulada como desproporcional, a ponto de se declarar incompatível” com regras constitucionais que preveem que nenhuma lei pode constituir embaraço à plena liberdade de expressão e que o exercício de qualquer profissão é livre.

“A resposta para mim é negativa. Penso que o jornalista deve ter uma formação básica, que viabilize a atividade profissional, que repercute na vida dos cidadãos em geral. Ele deve contar com técnica para entrevista, para se reportar, para editar, para pesquisar o que deva estampar no veículo de comunicação”, disse o ministro.

“Não tenho como assentar que essa exigência, que agora será facultativa, frustando-se até mesmo inúmeras pessoas que acreditaram na ordem jurídica e se matricularam em faculdades, resulte em prejuízo à sociedade brasileira. Ao contrário, devo presumir o que normalmente ocorre e não o excepcional: que tendo o profissional um nível superior estará [ele] mais habilitado à prestação de serviços profícuos à sociedade brasileira”, concluiu o ministro Marco Aurélio.

Veja a notícia completa em Supremo Tribunal Federal

DIPLOMA DE JORNALISMO, NÓIS SOMOS FODA, NÓIS NÃO [É NADA,,VOU FAZER FACU DE PEDREIRO

Mendes compara jornalista a cozinheiro e vota contra exigência de diploma

MÁRCIO FALCÃO da Folha Online, em Brasília

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, defendeu nesta quarta-feira a extinção da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Mendes é relator do recurso.

A ministra Carmen Lucia seguiu o voto do relator. Na avaliação do presidente do STF, o Decreto-Lei 972/69, que estabelece que o diploma é necessário para o exercício da profissão de jornalista, não atende aos critérios da Constituição de 1988 para a regulamentação de profissões.

Mendes disse que o diploma para a profissão de jornalista não garante que não haverá danos irreparáveis ou prejudicar direitos alheios.

Quando uma noticia não é verídica ela não será evitada pela exigência de que os jornalistas frequentem um curso de formação. É diferente de um motorista que coloca em risco a coletividade. A profissão de jornalista não oferece perigo de dano à coletividade tais como medicina, engenharia, advocacia nesse sentido por não implicar tais riscos não poderia exigir um diploma para exercer a profissão. Não há razão para se acreditar que a exigência do diploma seja a forma mais adequada para evitar o exercício abusivo da profissão”, disse.

DEVEMOS AMAR NOSSO PAÍS, AMAR NOSSAS LEIS, AMAR NOSSOS GUIAS QUE GERAM E CRIAM TODA ESTA ENGRANAGEM. PERCEBEMOS O QUANTO SOMOS VALORIZADOS, PERCEBEMOS COMO OS VELHACOS DO PODER MODELAM A REALIDADE, SEM SARCASMO AGORA, LHE DIGO, QUEM CRIA IDEOLOGIAS, QUEM CONDUZ A MASSA A MOVIMENTO TAL , A CONSUMO TAL, A REAÇÃO TAL. QUEM DIVULGA E MANTEM A MASSA LONGE DA ANTIGUIDADE DE FALTA DE INFORMAÇÃO. UM JORNALISTA NÃO É UM RISCO A POPULAÇÃO PELO FATO DE AINDA A GRANDE MAIORIA DOS VEÍCULOS DE INFORMAÇÃO ESTAREM RESTRITO A OITO OU NOVE MONOPÓLIOS FAMILIARES. CONCESSÃO DE MEIO DE COMUNICAÇÃO É NEGÓCIO PARA POLITICO, CLARO QUE O VELHACO VAI VOTAR CONTRA A REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO, IRÁ COLOCAR ESTA COMO ALGO SEM MUITO RISCO, DESMERECER, JÁ IMAGINOU,,ELE, O VELHACO TER QUE PAGAR 2000.00 OU MAIS DO QUE SIMPLESMENTE MANTER UM JORNALISTA SEM REGULAMENTAÇÃO POR 800 OU 1000 REAIS. SENOR MENDES, ES UM CAVALO COMPLETO, SENOR MENDES, AINDA RESTA A INDIGNAÇÃO, ESTA MESMA MASSA QUE HOJE AMORFA, LHE OUVE, ALGUM DIA AINDA IRÁ AFUNDAR SUAS MESQUINHAS LEIS , SUAS BASES MEDIUCRES, SE NÃOCONTIGO COM TEUS HERDEIROS, POIS ASSIM DE FORMA PATRIARCAL, ESTA IMUNDICE DE PAÍS, PASSA O PODER, ENQUANTO OS ESPECTADORES MISSERÁVEIS QUE ALMEJAM AINDA PELO MENOS UMA POSIÇÃO DIANTE DO BOLO,,,FICAM A ENGANAR-SE.