O mundo contemporâneo reflete não ser conectado, discute-se igualdade, união, mas ao mesmo tempo se explora e exterminam culturas, os povos identificam-se com o sangue e a fé, pelos quais combatem e morrem.O crescimento de corporações sufoca e extinguem pequenos variáveis econômicos.Não são mais territórios novos propriamente os objetivos a serem conquistados, não há mais chão a ser colonizado, o homem já proliferou sua ocupação em todos os espaços, até alguns fora do planeta. Fala-se muito em globalização, economicamente, culturalmente cientifica e tecnicamente. A informação flui rápida e precisa. Não há lugarejo ou comunidade que não chegue. Frente a tanta tecnologia e informação, e um declarado desenvolvimento ainda derriba-se sangue humano. Basta uma rápida passada nos principais meios de informação para observar cada dia mais estarrecido ao derramamento de sangue que cobre o Oriente Médio. As pequenas respostas que a mídia nos traz, não conseguem nos livrar da inquietação que nos assola frente a tudo isto, se talvez algum dia esta guerra localizada ameaça propagar-se generalizando e atingindo o restante do globo. Tais previsões pragmáticas próxima têm a Venezuela que passam a adotaram um sistema diferenciado ao nosso. Do capitalismo ao socialismo. Vêm à lembrança velhos conflitos entre Estados Unidos e União Soviética.A declarada guerra fria, e ameaças de destruição atômica. Temos similaridades culturais, e religiosas, logo um conflito do gênero cultural ou de crença seria muito improvável. Mas quanto ao assunto econômico, a questão domínio de petróleo, e a soberba declarada ao berço do capitalismo os EUA, deixam o futuro um tanto incerto. São questões e receios incutidos no homem atual, frente ao que chega de povos distantes e ao mesmo tão próximos. Retrocedendo no tempo nos vem a lembrança do 11 de setembro de 2001. Milhares de vidas humanas se perderam no coração dos EUA. Um choque para o resto do mundo. Nesta mesma época uma opinião publica fora criada sob os povos muçulmanos.Teria o atentado sido fruto de crenças, logo uma guerra de ideologias, choque de civilizações enunciado criado pelo escritor Samuel P. Huntington, que relata uma observação da civilização muçulmana intolerante se opondo ao modo de vida ocidental e a tentativa da universalização dos valores ocidentais, lutando pela manutenção de seus próprios costumes e não interferência por parte de outros paises principalmente os Estados Unidos . Assim palavra terrorista muitas vezes poderia ser substituída por demônio, ou muçulmano. Em qualquer lugar do globo diferente a cultura destes povos à idéia que se tinha era uma só, fechar as portas e igualar a todos, preconceituando, generalizando. Numa outra visão tal qual uma colméia de abelhas com seus conflitos internos, estes mesmos povos já vinham sendo invadidos há tempos. Logo após a segunda guerra mundial os Estados Unidos com intuito de obstáculo ao comunismo e ao nacionalismo progressista apoiaram-se a elementos mais reacionários, muitas vezes recrutando aliados radicais fundamentalistas como os irmãos muçulmanos, outros aliados no Egito na Indonésia no Paquistão mais tarde no Afeganistão. Restaram Bagdá e Teerã, pois na década de 60 o partido comunista era a força mais popular, mas sua vitória era inaceitável. Logo os EUA apóiam para dizimar os comunistas e depois sindicatos de operários ligados ao petróleo, Saddam Hussen. Recebendo em troca armas e acordos comerciais, até o ponto crucial em agosto de 1991 no Kuait. Em 2007 Saddam é enforcado. Seu enforcamento seguiu os novos rumos da globalização, tendo as imagens gravadas por um aparelho de celular difundido depois pela Internet para o resto do globo. Assim perante o mundo o homem mal some da história, junto de seus crimes e atrocidades. Mais uma vez a intervenção americana com o intuito de paz. O abençoado ideal de paz reflete mascarado um desrespeito a linhas de idéias, costumes que chegam em suas fronteiras. Toda vez que esta proximidade é intensificadas brota desta uma aversão, um choque de pensamento, logo conflitos, pois sua natureza é agredida.Num mundo onde cada vez mais a informação ganha aparato técnico, e flui com maior agilidade e diversidade vês-se ridículo rejeitar, dizimar ou desrespeitar tal cultura, provenha de qualquer natureza, que não venha de encontro à outra. Frente à força globalizada onde grandes cooperações multinacionais e burocratas se entendem resta os povos à massa se interligar. Esta interligação ainda não se estabelece pelo fato de os mesmos burocratas citados acima excluírem atenção de fato para esta questão que brota em evidência no mundo contemporâneo.Onde queremos chegar? Hoje podemos dizer que é um misto de busca pelo poder e implantação de idéias, sufocando outras culturas. Bitolando para um caminho único, todos num mesmo prisma de olhar. O que é um erro. Se contarmos que a pratica de política externa ainda deve ser revista, bem como a influência de paises poderosos sobre o resto do globo. É quase impossível passar por cima de tanta diversidade cultural, de tantas civilizações que vivem em torno do mesmo ar. De forma enumerada podemos contar com oito ou mais culturas: ocidental, confucionista, japonesa, islâmica, hindu, eslavaortodoxa, latino americano e talvez africano. Logo o medo que coroe o homem contemporâneo de conflitos generalizados por todo globo vem ao encontro de mudanças de comportamentos por parte da massa e principalmente de governantes. Estamos incididos dentro da globalização, nos construímos a historia, mesmo que distantes de conflitos sangrentos, mesmo que acuadas pelo medo de uma possível catástrofe, somos nos que criamos a cultura, a respeitamos ou a rejeitamos. Mesmo que uma ideologia industrializada nos chegue a cada dia sobre tal ou qual civilização nos resta averiguação exata, e abertura no senso cognitivo antes de estabelecer uma resposta opressiva. Observamos hoje um choque de barbaridade e racionalidade, liberdade e opressão,violação dos direitos humanos, choque de povos civilizados e primitivos ou atrasados , logo de fato as civilizações de fato não entram em choque, em guerras, mas a falta do devido respeito, a falta do limite de dominação.

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